Esse Estado Constitucional de Direito, o qual todos almejam, onde nossa belíssima e prolixa Carta Magna repousa venerada, precisa, para ser cumprida, muito mais do que as próximas eleições, ou o político "y" e "z", pois o meio nunca é o fim em si mesmo e, sim, o processo para se atingir a finalidade que todos anseiam. O que é realmente necessário, de modo inexorável, é: reforma íntima do próprio ser humano. Entender que possuímos direitos, mas, deveres, também. Respeito a esses deveres, respeito ao próximo e, sobretudo, respeito a si mesmos, sim, pois somente quando o interesse egoísta não trocar votos por migalhas, ao invés de reais trabalhos sociais, aí sim, exerceremos nosso direito ao voto com competência. Isso é sentimento de coletividade. É solidariedade. É menos egoísmo! É esta concepção que devemos passar aos nossos filhos.
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