E, às vezes, não importa o julgamento que as leis imperfeitas do homem efetuam, posto que, não raro, praticada por operadores ignorantes metafísica e filosoficamente. Devemos, em princípio, ser justos com o próximo em nossa própria consciência, pois, é nela que nascem os preconceitos e prejulgamentos e, como consequência, exteriorizam-se as injustiças! Caridade, na sua acepção mais sublime, não se resume à insignificância da famélica esmola, mas, no perdão, amor ao próximo e indulgência com suas imperfeições e defeitos. No fim, o que importa não é o quanto você juntou na vida, mas, quantas lágrimas secou.
Autor: Mário Meirelles
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