Realmente, não abro mão do pensamento no qual as pessoas seriam menos angustiadas e fariam menos besteiras na vida, por impulsão, e, muito menos, machucariam outros indivíduos, fazendo-lhes qualquer tipo de mal, em um sentido amplo, se nunca perdessem de vista que a vida é muito mais do que este breve estágio, este precário papel momentâneo que nos encontramos exercendo - o qual, somente serve para a nossa evolução nas mais variadas formas as quais necessitamos. "A gente só vive uma vez"... "Carpe diem" gritam os apressados e efusivos. O novo adágio do momento: "A gente leva da vida a vida que a gente leva", desapercebidamente encerra grande e inexorável verdade - significativamente mais profunda do que possam se aperceber as moças que esbravejam tal refrão, levadas pela empolgação momentânea e fugaz. Nossas vidas são meticulosamente arquitetadas e escolhidas por nós mesmos e cabe a nós, com muita bravura, vencer os obstáculos e aprender, aprender demasiadamente!
"Carpe Diem", sim, mas, para o essencial - que é invisível aos olhos, já diria o poeta - aquele inestimável imaterial. A felicidade da vida mora nos pequenos gestos de amor. Por isso, levo comigo a lição: Nunca penses que já sabes tudo, despeje-se da arrogância, faça o bem desinteressadamente, pratique o perdão, pois a verdadeira vida vem, e não é aqui.
"Carpe Diem", sim, mas, para o essencial - que é invisível aos olhos, já diria o poeta - aquele inestimável imaterial. A felicidade da vida mora nos pequenos gestos de amor. Por isso, levo comigo a lição: Nunca penses que já sabes tudo, despeje-se da arrogância, faça o bem desinteressadamente, pratique o perdão, pois a verdadeira vida vem, e não é aqui.
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